Á procura do amor




Anne sempre foi uma menina incomparável quando relacionada às outras. Nunca havia tido uma vida fácil, mas mesmo assim não deixava de sonhar. Sempre sonhou em encontrar o amor. Desde criança tinha desejado encontrar isto... Afinal, sempre tentou encontrar um amor que suprisse o de seus ausentes pais.
Uma vez um homem sábio lhe disse que ela iria encontrar o amor quando chegasse à estação mais procurada da vida: a felicidade. Disse-lhe ainda que não havia uma estação do amor porque só o encontramos no momento mais propicio: quando estamos felizes. Anne viveu em função de procurar esta estação e não sabia como conseguiria e quando estaria lá. Não sabia ao menos o que pensar em encontrar. 
Ela viveu, aprendeu, cresceu e então decidiu se dedicar mais ao encontro com a estação da felicidade. Pegou o trem mais próximo e se jogou, somente pensando em encontrar seu amor, encontrar finalmente seu propósito de viver.
Anne passou por todas as estações da vida e só houve uma em que ela não quis desembarcar: a da tristeza. Mal sabia ela que era nesta estação que encontraria o amor, pois ela é a única pessoa desse vagão que consegue ver a felicidade fazendo alguém feliz, ela encontraria um amor verdadeiro, aquele amor ao próximo que nos faz melhor. Anne não sabia e não percebeu, porque estava decidida a encontrar o amor e previa que a única estação apropriada era a de nome dito: “A FELICIDADE”.
Então seguiu, encontrou e não apreciou nada do que foi encontrado. Porém, havia um lindo jardim, repleto de flores e um ar puro como nenhum outro. Ela sentia o vento soprar em seu rosto e dizia que era muito pouco relacionado ao que ela pensara encontrar. Sorria quando diziam que ela deveria sentir amor á tudo aquilo e chorava quando se lembrava do que havia perdido. 
Queria retornar, mas não havia um trem de volta e então decidiu prosseguir e encontrar perdidamente a estação inexistente do amor. Procurou até chegar a ultima estação da vida. Anne viveu a procura de algo que ela já havia encontrado e não tinha percebido. Então, entendeu que é dos mínimos detalhes que se vê o que te faz feliz.
Ela não poderia mais voltar ao que poderia ter sido a sua felicidade por dois motivos: não havia volta e ela estava na ultima estação, aquela que quando chegamos ao fim da linha, não voltaremos mais. A estação menos procurada por todos: A estação da morte.

Escrito por: Francielly Quirino / Revisão por: Mayara Marques
Um rompante



Um dia me disseram, que as nuvens não eram de algodão. Um dia me disseram, que os ventos às vezes erram a direção. E tudo ficou tão claro, um intervalo na escuridão, uma estrela de brilho raro, um disparo para um coração.  A vida imita o vídeo, garotos inventam um novo inglês, vivendo num país sedento, um momento de embriaguez. Somos quem podemos ser, Sonhos que podemos ter! Um dia me disseram, quem eram os donos da situação, sem querer eles me deram, as chaves que abrem esta prisão. E tudo ficou tão claro, o que era raro ficou comum, como um dia depois do outro, como um dia, um dia comum. Quem ocupa o trono tem culpa, quem oculta o crime também, quem duvida da vida tem culpa, quem evita a dúvida também tem. Somos quem podemos ser, Sonhos que podemos ter!
                                                  Engenheiros do Hawaii
Gosto, se discute?

Essa com certeza, é uma pergunta que paira na mente de várias pessoas, inclusive na minha. G O S T O um assunto realmente difícil de abordar, mas é necessário. Uma amiga minha, veio comentar comigo que estava sofrendo uma espécie de “Bullying” só por admitir para todos qual era seu verdadeiro gosto. Agora reflitam, olha só a que ponto chegamos! Só por ela ser diferente, não gostar das modinhas da atualidade tem que ser julgada?
Isso me deixou extremamente irritada e resolvi debater com vocês sobre esse assunto, a pedidos dela.
Temos que pensar que, como ponto inicial, ninguém é melhor que ninguém e nem tem autoridade suficiente para julgar outra pessoa. Depois, gosto é que nem cabelo, cada um tem o seu. Os gostos das outras pessoas, com certeza, não interfere na sua vida, então, pra que julgar? Certas estão às pessoas em serem diferentes, só assim conseguem se destacar em meio a tantas pessoas iguais.
Além disso, se a pessoa gostar também de uma determinada “modinha” qual o problema? Se essa modinha for boa, ou se não for também, é só um problema dela, ninguém tem o direito de interferir.
Eu acho que, a partir do momento que você começa a se incomodar com os gostos de seus amigos ou conhecidos, sinto lhe informar, mas tem algo errado contigo.
Não gostar das mesmas coisas ou até mesmo deixar bem explícito que você não gosta daquela determinada banda, livro, música, estilo é uma coisa. Agora julgar, falar mal ou condenar os outros por causa disso já é burrice.
Acho que a resposta da pergunta é bem clara: GOSTO NÃO SE DISCUTE. O máximo que você pode fazer é lamentar pela pessoa gostar de algo deplorável, agora não julgar né? Cada qual no seu canto e com sua opinião, ponto final.
E mais uma coisa, se você costumava xingar os outros e julgá-los publicamente pelos gostos deles, saiba que isso é BULLYING e que, se a pessoa se sentir ofendida, ela pode muito bem, recorrer à justiça, que tomará sérias providências. Então, aqui fica meu conselho: “Não gostou? Guarda pra você”.
E aqui vai um conselho para as pessoas que já sofreram preconceito sobre seus gostos: Não ligue, eu mesma já enfrentei muita coisa e sempre penso que nada me abala, ninguém consegue mudar o que eu penso, o que eu gosto.

Desabafos são necessários, e ás vezes são rudes, mas é por uma boa causa, parece que só assim as pessoas enxergam o quanto são ruins.

“O meu cabelo não é igual,
A sua roupa não é igual,
Ao meu tamanho, não é igual,
Ao seu caráter, não é igual,
O importante é ser você,
mesmo que seja bizarro!”

Volte sempre que desejar encontrar o “Caminho para as estrelas”

Dedico este post à Patrícia Naomi, obrigada pela ideia.