Gosto, se discute?

Essa com certeza, é uma pergunta que paira na mente de várias pessoas, inclusive na minha. G O S T O um assunto realmente difícil de abordar, mas é necessário. Uma amiga minha, veio comentar comigo que estava sofrendo uma espécie de “Bullying” só por admitir para todos qual era seu verdadeiro gosto. Agora reflitam, olha só a que ponto chegamos! Só por ela ser diferente, não gostar das modinhas da atualidade tem que ser julgada?
Isso me deixou extremamente irritada e resolvi debater com vocês sobre esse assunto, a pedidos dela.
Temos que pensar que, como ponto inicial, ninguém é melhor que ninguém e nem tem autoridade suficiente para julgar outra pessoa. Depois, gosto é que nem cabelo, cada um tem o seu. Os gostos das outras pessoas, com certeza, não interfere na sua vida, então, pra que julgar? Certas estão às pessoas em serem diferentes, só assim conseguem se destacar em meio a tantas pessoas iguais.
Além disso, se a pessoa gostar também de uma determinada “modinha” qual o problema? Se essa modinha for boa, ou se não for também, é só um problema dela, ninguém tem o direito de interferir.
Eu acho que, a partir do momento que você começa a se incomodar com os gostos de seus amigos ou conhecidos, sinto lhe informar, mas tem algo errado contigo.
Não gostar das mesmas coisas ou até mesmo deixar bem explícito que você não gosta daquela determinada banda, livro, música, estilo é uma coisa. Agora julgar, falar mal ou condenar os outros por causa disso já é burrice.
Acho que a resposta da pergunta é bem clara: GOSTO NÃO SE DISCUTE. O máximo que você pode fazer é lamentar pela pessoa gostar de algo deplorável, agora não julgar né? Cada qual no seu canto e com sua opinião, ponto final.
E mais uma coisa, se você costumava xingar os outros e julgá-los publicamente pelos gostos deles, saiba que isso é BULLYING e que, se a pessoa se sentir ofendida, ela pode muito bem, recorrer à justiça, que tomará sérias providências. Então, aqui fica meu conselho: “Não gostou? Guarda pra você”.
E aqui vai um conselho para as pessoas que já sofreram preconceito sobre seus gostos: Não ligue, eu mesma já enfrentei muita coisa e sempre penso que nada me abala, ninguém consegue mudar o que eu penso, o que eu gosto.

Desabafos são necessários, e ás vezes são rudes, mas é por uma boa causa, parece que só assim as pessoas enxergam o quanto são ruins.

“O meu cabelo não é igual,
A sua roupa não é igual,
Ao meu tamanho, não é igual,
Ao seu caráter, não é igual,
O importante é ser você,
mesmo que seja bizarro!”

Volte sempre que desejar encontrar o “Caminho para as estrelas”

Dedico este post à Patrícia Naomi, obrigada pela ideia.

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